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	<title>[APCAB] Associação Portuguesa de Cultura Afro-Brasileira &#187; escravatura</title>
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		<title>√ Islão e Escravidão</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 17:35:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Ferreira Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Identidade Afro-Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[escravatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes da invasão islâmica havia a escravização dos africanos abaixo do Saara, mas a escravização era diminuta. Com a invasão árabe este processo se intensifica e ganha uma justificativa ideológica: a conversão dos pagãos ao islamismo. (&#8230;) O &#8220;escravo&#8221; se integrava ao clã, família ou cidade-estado. (&#8230;) Ele é incorporado dentro deste sistema. Ele não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Antes da invasão islâmica havia a escravização dos africanos abaixo do Saara, mas a escravização era diminuta. Com a invasão árabe este processo se intensifica e ganha uma justificativa ideológica: a conversão dos pagãos ao islamismo. (&#8230;) O &#8220;escravo&#8221; se integrava ao clã, família ou cidade-estado. (&#8230;) Ele é incorporado dentro deste sistema. Ele não é nadificado na valorização de sua existência. Ele não é transformado em mercadoria ou instrumentalizado para aumentar o acúmulo de capital. Há, inclusive, o caso de um &#8220;escravo&#8221; que chegou a Rei em uma das monarquias africanas.</p>
<p style="text-align: right;"># Eduardo David de Oliveira <em>in </em>“Cosmovisão Africana no Brasil”,  p. 27</p>
</blockquote>
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		<title>√ África Ocidental e escravatura.</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 19:10:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Ferreira Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[História do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[escravatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois do impacto da região Centro-Ocidental africana, o comércio de escravos voltou-se para a África Ocidental, nomeadamente para o Golfo do Benim, não apenas porque a anterior região africana passou a estar sob o jugo holandês e, deste modo, o fluxo de escravos passou a ser feito entre a África Centro-Ocidental e Pernambuco, como ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.apcab.net/wp-content/slavery2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-907" title="slavery" src="http://www.apcab.net/wp-content/slavery2.jpg" alt="slavery" width="400" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Depois do impacto da região Centro-Ocidental africana, o comércio de escravos voltou-se para a África Ocidental, nomeadamente para o Golfo do Benim, não apenas porque a anterior região africana passou a estar sob o jugo holandês e, deste modo, o fluxo de escravos passou a ser feito entre a África Centro-Ocidental e Pernambuco, como ainda porque a África Ocidental era um excelente mercado para o fumo de terceira categoria bahiano, proibido de ser enviado para o reino português e autorizado pela Companhia Holandesa das Índias Ocidentais. Um decreto real, datado de 12 de Novembro de 1644, concedia autorização aos navios carregados de tabaco, para que estes deixassem a Bahia em direcção à baía do Benim, a fim de negociarem tabaco por escravos, originando-se um comércio bilateral intenso entre as duas baías.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo dados de “Trans-Atlantic Slave Trade – a dataset online”, de David Richardson e Manolo Florentino, entre 1581 e 1850 chegaram à Bahia, vindos da África Ocidental, 963.996 negros escravizados, de um total de 1.522.203 de negros desembarcados. Isto revela a importância central que a África Ocidental, particularmente o Golfo do Benim, teve no longo e doloroso processo da escravatura brasileira.</p>
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		<title>√ Portugal quer branquear a história &#8211; 7 maravilhas de origem portuguesa no mundo</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 12:51:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Ferreira Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acção Política e Social]]></category>
		<category><![CDATA[escravatura]]></category>

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		<description><![CDATA[ O concurso «7 Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo» pretendeu eleger as sete edificações mais emblemáticas do período colonialista português. De entre vinte e sete edificações foram escolhidas sete vencedoras. Sem negar a beleza estética-arquitetónica das construções a organização do mesmo levou a cabo um processo de branqueamento escandaloso que não pode ficar em claro. Num [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://4.bp.blogspot.com/_zWWM5HU-EgY/SBSMLFBBFJI/AAAAAAAAAhY/m7MmaPkRMo4/s400/300px-Elmina_slave_castle.jpg"><img class="aligncenter" title="Fortaleza de São Jorge da Mina" src="http://4.bp.blogspot.com/_zWWM5HU-EgY/SBSMLFBBFJI/AAAAAAAAAhY/m7MmaPkRMo4/s400/300px-Elmina_slave_castle.jpg" alt="" width="400" height="303" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"> O concurso «7 Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo» pretendeu eleger as sete edificações mais emblemáticas do período colonialista português. De entre vinte e sete edificações foram escolhidas sete vencedoras. Sem negar a beleza estética-arquitetónica das construções a organização do mesmo levou a cabo um processo de branqueamento escandaloso que não pode ficar em claro. Num registo próximo ao discurso oficial do Estado Novo, a descrição histórica dos lugares conta não a história mas a estória que melhor cabe e menos fere.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>Fortaleza de São Jorge da Mina</strong>, no Gana, serviu durante séculos de porto de embarque de milhares de escravos rumos às plantações de açúcar e mais tarde para os trabalhos urbanos no Brasil colonial. Esta fortaleza que funcionava assim como feitoria, era um porto importante de compra e venda de mão-de-obra escrava africana, originária não só das terras do atual Gana mas também dos vizinhos povos do Golfo da Guiné, povos como os Yorùbá e os Ewe-Fon. Todavia, na descrição oficial da Fortaleza, na página do concurso, apenas aparece a descrição de porto de comércio de ouro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cidade Velha de Santiago</strong> &#8211; a antiga e bela cidade cabo-verdiana serviu desde a chegada dos portugueses até à abolição da escravatura de porto de comércio de escravos destinados ao Brasil, com tráfego particularmente intenso durante o primeiro ciclo da escravatura brasileira, aquando do povoamento, desbravamento e plantio das terras. Ao mesmo tempo a cidade recebeu durante décadas escravos oriundos de outras regiões africanas para os plantios nas terras cabo-verdianas.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, o que temos aqui não é mais do que uma leitura parcial da história da presença portuguesa no mundo. Apagando deliberadamente os aspetos que não interessa constar no discurso oficial, negligenciando a memória da escravatura, das suas vítimas e das suas heranças.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é grave, é gravíssimo.</p>
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		<title>√ Relato da Escravatura</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Apr 2009 18:02:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Ferreira Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[citação]]></category>
		<category><![CDATA[escravatura]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Arrancado a um estado de inocência e liberdade de forma tão cruel e bárbara, e assim remetido para um estado de horror e escravatura: eis uma situação de abandono que é mais fácil imaginar do que descrever&#8221;. Ottobah Cugoano, escravo sobrevivente, 1787]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://mrhinton.org/images/slavery/a_slavery_maryland_0327.jpg"><img class="aligncenter" style="border: black 1px solid;" title="slavery" src="http://mrhinton.org/images/slavery/a_slavery_maryland_0327.jpg" alt="" width="295" height="340" /></a></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Arrancado a um estado de inocência e liberdade de forma tão cruel e bárbara, e assim remetido para um estado de horror e escravatura: eis uma situação de abandono que é mais fácil imaginar do que descrever&#8221;</em>.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: right;">Ottobah Cugoano, escravo sobrevivente, 1787</p>
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