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	<title>[APCAB] Associação Portuguesa de Cultura Afro-Brasileira &#187; Comissão Iyalodê</title>
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		<title>√ Sagrado Feminino Universalizado</title>
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		<pubDate>Mon, 03 May 2010 14:35:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Ferreira Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Os universais culturais refletem conceitos verificáveis na larga maioria das culturas humanas, funcionando como pontos que ligam identidades, construindo uma densa teia de comportamentos e valores humanos que concorrem para a construção de uma ideia de humanidade global. Uma análise sobre as culturas tradicionais, às quais prefiro dar o nome de Culturas de Antigo Conhecimento, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" title="goddess" src="http://www.raisingthedivinefeminine.com/images/nomkhubulwane_the%20all_powerful_female_goddess.jpg" alt="" width="330" height="261" /></p>
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<p style="text-align: justify;">Os <em>universais culturais</em> refletem conceitos verificáveis na larga maioria das culturas humanas, funcionando como pontos que ligam identidades, construindo uma densa teia de comportamentos e valores humanos que concorrem para a construção de uma ideia de humanidade global. Uma análise sobre as culturas tradicionais, às quais prefiro dar o nome de <em>Culturas de Antigo Conhecimento</em>, é facilmente constatável uma série de princípios culturais e religiosos que alinham estas culturas e civilizações num eixo de códigos de interpretação partilhados. Esses códigos revestem-se de conteúdo nas cosmologias, nas cosmogonias, nos papéis de género, nos ritos iniciáticos e nas conceções sobre o divino. É interessante verificar a universalização do sagrado feminino, uma constante nas culturas tradicionais, ou de <em>Antigo Conhecimento</em>, que reflete bem a lógica do papel social das mulheres e o mistério da vida e fertilidade. Na cosmogonia japonesa encontramos <em>Izanami</em>, a deusa da morte, da terra, da agricultura e da fecundidade. Esta fórmula teológica é tão válida para o velho Japão quanto para as culturas africanas, onde o feminino é expressado no útero da existência, no mistério do nascimento, e na maternalidade da terra. Nesse sentido, <em>Izanami</em> não é muito diferente de <em>Ìyámi</em>.</p>
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		<title>√ A mulher Yorùbá (3)</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 12:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Ferreira Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Religiosidade Afro-Brasileira]]></category>
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		<description><![CDATA[Para os yorùbás, a mulher está intrinsecamente ligada à maternidade e dessa forma ao mistério da vida, simbolizado pela menstruação. Pelo mistério da vida que lhe é intrínseco, a mulher é tida como potencial membro do culto a Ìyá-mì, isto é, como membro da Sociedade Guélédé, de que falaremos mais adiante. É então legítimo afirmar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Para os yorùbás, a mulher está intrinsecamente ligada à maternidade e dessa forma ao mistério da vida, simbolizado pela menstruação. Pelo mistério da vida que lhe é intrínseco, a mulher é tida como potencial membro do culto a Ìyá-mì, isto é, como membro da Sociedade Guélédé, de que falaremos mais adiante. É então legítimo afirmar que maternidade e culto de maternidade são duas faces de uma mesma realidade, nos seus campos biológico e sagrado. O poder simbólico da maternidade é também alvo de atenção artística, porquanto os valores e as representações estéticas interpenetram todas as esferas da vida yorùbá. Desta forma, no culto de Ìyá-mi se apresentam duas imagens poderosas: o ajoelhamento (Ìkúnlẹ̀ Abiyamọ) que simboliza a posição e a dor do parto (poderosa invocação de força de acção) e a amamentação (ọmú ìyá) que representa o sagrado leite da vida que alimenta os filhos.</p>
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		<title>√ O Candomblé e o poder feminino</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 12:32:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Ferreira Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Religiosidade Afro-Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Candomblé]]></category>
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		<description><![CDATA[Para iluminar ainda melhor este fato &#8211; o da chefia feminina &#8211; torna-se importante destacar alguns fatores que foram incisivos para que a mulher viesse a ocupar o ápice da hierarquia religiosa, além dos outros que foram elencados no trajeto feminino da África para o Brasil. As mulheres africanas pertencentes a etnias fons e iorubás [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Para iluminar ainda melhor este fato &#8211; o da chefia feminina &#8211; torna-se importante destacar alguns fatores que foram incisivos para que a mulher viesse a ocupar o ápice da hierarquia religiosa, além dos outros que foram elencados no trajeto feminino da África para o Brasil. As mulheres africanas pertencentes a etnias fons e iorubás exerceram em seus respectivos reinos um poder político importante. É claro que no presente da escravidão esse poder teve que ser ressignificado. Na realidade é totalmente contraditório com a situação de escravo o exercício de qualquer poder no plano do real. Assim, pode ter ocorrido uma transformação: se não existiam condições de exercício do poder real, exercia-se no plano do imaginário, através da religião.</p>
</blockquote>
<p># <em>O Candomblé e o poder feminino</em>, Teresinha Bernardo [<a href="http://www.pucsp.br/rever/rv2_2005/p_bernardo.pdf" target="_blank">link</a>]</p>
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		<title>√ A mulher Yorùbá (2)</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 10:11:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Ferreira Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Identidade Afro-Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Iyalodê]]></category>
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		<description><![CDATA[(&#8230;) Na organização dos reinos fons e nagô-ioruba, as mulheres desempenham um papel ativo, eram elas que administravam o palácio real, assumindo os postos de comando mais importantes, além de fiscalizarem o funcionamento do estado. Silveira (2000)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.randafricanart.com/images/Yoruba_woman_holding_twins.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 467px; height: 592px;" src="http://www.randafricanart.com/images/Yoruba_woman_holding_twins.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p>(&#8230;) Na organização dos reinos fons e nagô-ioruba, as mulheres desempenham um papel ativo, eram elas que administravam o palácio real, assumindo os postos de comando mais importantes, além de fiscalizarem o funcionamento do estado.</p></blockquote>
<p>Silveira (2000)</p>
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		<title>√ A mulher Yorùbá &#8211; casamento e fé</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 10:09:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Ferreira Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Identidade Afro-Brasileira]]></category>
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		<description><![CDATA[(&#8230;) Na organização social ioruba, que é polígama, contrariamente ao conceito que pessoas mal-informadas fazem, as mulheres usufruem uma maior liberdade que a que se dá nas uniões monigâmicas. Na grande casa familiar do esposo, elas são aceitas como progenitoras dos filhos, destinadas a perpetuar a linhagem familiar do marido. Mas elas nunca aí são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote style="text-align: justify;"><p>(&#8230;) Na organização social ioruba, que é polígama, contrariamente ao conceito que pessoas mal-informadas fazem, as mulheres usufruem uma maior liberdade que a que se dá nas uniões monigâmicas. Na grande casa familiar do esposo, elas são aceitas como progenitoras dos filhos, destinadas a perpetuar a linhagem familiar do marido. Mas elas nunca aí são totalmente integradas, deixando-lhes esse fato uma certa independência. Após o casamento, elas continuam a praticar o culto de suas famílias de origem, embora seus filhos sejam consagrados ao deus do cônjuge.</p></blockquote>
<p>Pierre Verger (1986)</p>
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		<title>√ A Mulher Yorùbá</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 10:13:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Ferreira Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Identidade Afro-Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Iyalodê]]></category>
		<category><![CDATA[Yorubás]]></category>

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		<description><![CDATA[(&#8230;) Percebe-se, assim, que o papel da mulher ioruba vai além do desempenhado nas atividades econômicas. Ela é mediadora, não só da troca de bens econômicos, como também de bens simbólicos. O lugar social ocupado pela mulher ioruba, sem sombra de dúvida, possibilita-lhe o exercício de um poder fundamental para a vida africana. &#8220;Negras, mulheres [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote style="text-align: justify;"><p>(&#8230;) Percebe-se, assim, que o papel da mulher ioruba vai além do desempenhado nas atividades econômicas. Ela é mediadora, não só da troca de bens econômicos, como também de bens simbólicos. O lugar social ocupado pela mulher ioruba, sem sombra de dúvida, possibilita-lhe o exercício de um poder fundamental para a vida africana.</p></blockquote>
<p><span style="FONT-STYLE: italic">&#8220;Negras, mulheres e mães: lembranças de Olga de Alaketu&#8221;</span> Teresinha Bernardo</p>
]]></content:encoded>
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