√ Mãe Menininha do Gantois

O texto que se segue foi publicado na revista brasileira «Revista das Religiões» e foi assinado por Michelle Veronese, em Salvador.

Brincando de Candomblé. Era assim que Escolástica Maria da Conceição Nazaré, menina pobre da periferia de Salvador, Bahia, ocupava suas horas livres na infância. Habilidosa e criativa, ela tinha um jeito todo especial de improvisar a diversão: reunia folhas de bananeira, espinhos de mandacaru, sementes e frutas e com elas ia dando forma a pequenos bonecos. Depois de prontos, cada um recebia o nome de uma divindade do Candomblé. Havia Oxossi, Ogum, Oxum e uma porção de outros orixás para a garota brincar. O Candomblé também estava presente nos sonhos de Menininha, apelido que Escolástica recebeu da avó. Num deles, uma garotinha de pele clara e cabelo loiro perguntava: “Vamos brincar?”. “Brincar de quê?”, dizia ela. “De jogar búzios, menininha!”, era a resposta. E lá iam as duas brincar com os búzios na areia. Foram necessários muitos anos até que Menininha compreendesse o sentido daquele sonho. “Só depois de adulta ela percebeu que aquilo era um sinal. Eram, acho, os orixás lhe mandando mensagens”, diz a mãe-de-santo Carmem Oliveira da Silva, sua filha caçula.

De fato, os sonhos e as brincadeiras de infância pareciam anunciar o destino de Menininha. Nascida em 10 de fevereiro de 1894, em Salvador, ela pertencia a uma família devotada ao Candomblé. Sua bisavó, Maria Júlia da Conceição Nazaré, havia fundado, em meados do século 19, o Ilê Iya Omin Axé Iyamassê, mais conhecido como terreiro do Gantois (nome do antigo proprietário do terreno, que era francês). Sob a orientação da avó, das tias e da mãe, Menininha foi iniciada nos segredos da religião africana. E sem que soubesse, passou a ser preparada para o cargo, que assumiria anos depois, de ialorixá (mãe-de-santo, na língua ioruba). “A mãe-de-santo é a chefe da comunidade religiosa. A ela cabe o poder religioso e de todos os ritos do terreiro”, diz o sociólogo Reginaldo Prandi, da Universidade de São Paulo.

Alheia aos planos para seu futuro, Menininha completou o curso primário e logo tratou de aprender um ofício. Escolheu ser costureira e não demorou a arrumar emprego num ateliê de Salvador. Entre várias tarefas que desempenhava, cabia a ela a difícil tarefa de confeccionar espartilhos. Aos 29 anos, casou com o advogado Álvaro McDowell de Oliveira, descendente de ingleses. Com ele teve duas filhas, Cleusa e Carmem.

Mas a vida da dona de casa, devotada ao marido e as filhas, logo passaria por uma grande transformação. Com a morte de mãe Pulchéria, tia-avó de Menininha e segunda ialorixá a governar o terreiro do Gantois, a casa ficou sem uma líder. Os orixás, no entanto, se manifestaram e escolheram a próxima sacerdotisa: Menininha. Era uma grande responsabilidade. Afinal, no papel de mãe-de-santo, ela teria de administrar um dos terreiros mais antigos de Salvador, formar filhos-de-santo e ser a líder espiritual de centenas de pessoas ligadas à casa de Candomblé. “Ela queria ter uma vida normal. Mas sabia que não havia outra escolha”, diz mãe Carmem.

Em 1924, prestes a completar 30 anos, Menininha tomou a decisão que mudou sua vida, assumindo a liderança do terreiro fundado por sua família. Mudou-se para o Gantois junto com o marido e a primeira das duas filhas. E desde então, passou a ser conhecida como Mãe Menininha do Gantois, a ialorixá mais famosa e respeitada do país.

Tempos difíceis

 

Na época em que Mãe Menininha se tornou ialorixá, os tempos não eram fáceis para os adeptos do Candomblé. Além do preconceito, os filhos e mães-de-santo sofriam muitas perseguições e violência. “Não havia liberdade de culto. As casas eram perseguidas e invadidas pela polícia”, diz a antropóloga Josildeth Consorte, da PUC de São Paulo.

Na década de 30, a Lei de Jogos e Costumes esboçou uma certa tolerância ao culto aos orixás. As festas só poderiam ser realizadas em determinados horários e mediante uma autorização por escrito. Isso, no entanto, não impedia que os policiais invadissem os terreiros, espalhando violência e terror. “Eles entravam a cavalo e munidos de sabres. Furavam os atabaques e quebravam tudo o que encontravam pelo caminho”, conta mãe Carmem.

Os anos de opressão só terminaram em 1976, quando o então governador da Bahia, Roberto Santos, sancionou um decreto liberando as casas de Candomblé da obtenção de licença e do pagamento de taxas à delegacia de Jogos e Costumes. Até esse período, porém, não há registros de que o Gantois tenha sido alvo das batidas policiais, tampouco de violências e agressões. “Mãe Menininha teve a grande capacidade de atrair para o terreiro a simpatia de muitas pessoas importantes da Bahia, que protegeram o terreiro de certas investidas da polícia e de outros perseguidores”, diz Reginaldo Prandi.

A ialorixá, porém, enfrentou outra forma de preconceito. Quando assumiu a liderança do terreiro, aos 29 anos, sua juventude não foi vista com bons olhos pelos adeptos mais antigos do Candomblé. “Os velhos africanos sempre diziam que uma sacerdotisa deve ser tão velha que não possa mais lembrar as paixões da juventude”, afirmou Mãe Menininha, em depoimento à antropóloga Ruth Landes no livro Cidade das Mulheres. “Bom, as coisas estão mudando, degenerando, não há mulheres idosas aptas para o nosso trabalho.”

Apesar da pouca idade, Mãe Menininha mostrou-se apta para a função de sacerdotisa. Conseguiu se impor com sabedoria, graças à força de sua personalidade. “Ela era uma mulher carismática, eloqüente e com uma personalidade fortíssima”, conta o antropólogo Ordep Serra, da Universidade Federal da Bahia. Com esses requisitos, a mãe-de-santo não demorou a impressionar adeptos e não adeptos do Candomblé, atraindo cada vez mais pessoas ao terreiro do Gantois “Claro que, para alguém ter esse poder de atração, precisa ser muito inteligente, uma intelectual de primeira”, diz Ordep.

Sacerdotisa popular

 

Sob o comando de Mãe Menininha, o Gantois logo se tornou um dos terreiros mais procurados e respeitados da Bahia. Filha de Oxum, divindade relacionadas às águas doces e ao amor, a líder religiosa tinha várias características de sua orixá. Muitos que a conheceram a descrevem como uma mulher amorosa, generosa e sempre disposta a aconselhar quem a procurava. “Ela sempre tinha uma palavra, uma mensagem confortadora”, afirma Josildeth Consorte.

Com o passar do tempo, Mãe Menininha foi formando cada vez mais filhos-de-santo e sua popularidade não parou de crescer. “Nos anos 80, assiste-se a sua veneração. A imagem de Menininha do Gantois já adquire ares de mitificação”, escreveu o antropólogo Jocélio Teles em Caminhos da Alma. “Ser abençoado por Mãe Menininha era um desejo de todo mundo que visitava a Bahia”, afirma Josildeth. Para receber a bênção da sacerdotisa, turistas de todas as partes do país lotavam ônibus e se amontoavam na entrada do terreiro. Políticos, artistas, intelectuais e acadêmicos a procuravam constantemente em busca de conselhos, orientações ou informações para suas pesquisas. A ialorixá também recebia muita gente humilde, pobres da periferia ou do campo, que muitas vezes queriam um lugar onde comer e passar a noite. “Mulheres que tinham se afastado do marido, ou por morte ou separação, vinham com todos os filhos. Pessoas que perdiam o ônibus ou trem e que não tinham onde passar noite, ficavam aqui”, diz mãe Carmem.

Na cozinha da casa de Menininha, o velho fogão à lenha nunca estava apagado. Ali, a mãe-de-santo sempre tinha água quente para preparar um novo café e uma refeição para oferecer aos visitantes. Na mesa, não podiam faltar cuscuz e o bolo de farinha de arroz, receitas que fez questão de ensinar às filhas, netas e ajudantes. As gentilezas e atenções eram iguais para todos, fosse o visitante um gari ou um chefe-de-Estado.

Ecumênica por natureza

 

Mãe Menininha faleceu em 13 de agosto de 1986. Nos mais de 60 anos em que liderou o terreiro do Gantois, como uma grande diplomata de sua religião, sempre tratou de explicar o Candomblé àqueles que se interessavam em aprender ou estudar o assunto. Além do ótimo relacionamento com governantes de Estado, artistas e intelectuais, a ialorixá também conquistou o respeito de líderes de outros terreiros e sacerdotes católicos, especialmente os mais ecumênicos e tolerantes. Durante vários anos, ainda que eventualmente, freqüentava missas católicas. “É preciso lembrar que as religiões africanas não são dogmáticas, ou seja, não exigem adesão exclusiva. Então, você pode fazer seu culto e aceitar outras práticas eventualmente”, diz Ordep.

Ecumênica por natureza, Mãe Menininha declarou uma vez: “Deus? O mesmo Deus da Igreja é o do Candomblé. A África conhece o nosso Deus tanto quanto nós, com o nome de Olorum. A morada dele é lá em cima e a nossa, cá embaixo”. A frase está hoje exposta no Memorial Mãe Menininha do Gantois, em Salvador. No pequeno museu, que reúne objetos pessoais da ialorixá e funciona no próprio terreiro, estão, entre outros objetos pessoais, a mesinha onde jogava os búzios, o rádio que gostava de ouvir e os óculos de armação grossa, sua marca registrada.

Para muitos pesquisadores, a popularidade e o reconhecimento que Mãe Menininha alcançou contribuíram para tornar o Candomblé uma religião mais aceita no país. O curioso é que tal popularidade não impressionava a mãe-de-santo. Seus parentes contam que ela se recusava a divulgar ou registrar os nomes dos artistas, políticos e outras pessoas famosas que freqüentavam o terreiro. Não gostava de ser fotografada e fazia questão de dizer que as pessoas não iam ao Gantois por sua causa, mas para ver a casa do Candomblé e os orixás.

Sua aversão à fama não impediu que recebesse diversas homenagens, especialmente de artistas e amigos ilustres. Entre elas, a mais conhecida é a música Oração a Mãe Menininha, que Dorival Caymmi compôs em 1972. Apesar de ser ogã (espécie de protetor influente do Candomblé) de outro terreiro, o compositor visitava freqüentemente Mãe Menininha, a quem pedia conselhos e tratava como a uma mãe. “Ela costuma dizer que eu era sua sexta neta”, recorda a cantora Nana Caymmi, filha de Dorival. “Sempre recebia a todos com o mesmo sorriso e a mesma alegria.” Quem conheceu Mãe Menininha conta que ela tinha um jeito todo especial de ser, viver e cuidar das pessoas. Um jeito carinhoso de mãe, sempre atenciosa e a pronta a ajudar seus filhos, que os versos da canção trataram de imortalizar: “A beleza do mundo, heim? Tá no Gantois./ E a mão da doçura, heim? Tá no Gantois./ O consolo da gente, ai. Tá no Gantois…/ Ai, minha mãe. Minha Mãe Menininha”.

Quando criança, Menininha criava bonecos de orixás com folhas de bananeira, espinhos de mandacaru, sementes e frutas. Adulta, homenageava as divindades em celebrações no terreiro.

Tags: , , , ,

Julho 02 2008 04:35 pm | Religiosidade Afro-Brasileira

10 Mensagens to “√ Mãe Menininha do Gantois”

  1. washington on 17 Jul 2008 at 17:30 #

    gostaria de saber o telefone do asé de mãe menininha

  2. joao carlos de souza bernardo on 14 Ago 2008 at 12:00 #

    sou babalorisa filho de fafa ti ossosi,neto de bira ti ogum em memorian e bisneto de seu valdomiro baiano.

    queria saber o tel do asé !

  3. quilombonnq on 18 Mai 2009 at 5:25 #

    REVOLUÇÃO QUILOMBOLIVARIANA!
    Viva! Chàvez! Viva Che!Viva! Simon Bolívar! Viva! Zumbi!
    Movimento Chàvista Brasileiro- Ações Afirmativas Afro –Ameríndia *Quilombismo *
    A comunidade negra afros-decendentes brasileira
    é solidaria e apóia o povo palestino Viva a Palestina!
    Manifesto em solidariedade, liberdade e desenvolvimento dos povos afro-ameríndio latinos, no dia 01 de maio 2008 dia do trabalhador foi lançado o manifesto da Revolução Quilombolivariana fruto de inúmeras discussões que questionavam a situação dos negros, índios da América Latina, que apesar de estarmos no 3º milênio em pleno avanço tecnológico, o nosso coletivo se encontra a margem e marginalizados de todos de todos os benefícios da sociedade capitalista euro-americano, que em pese que esse grupo de países a pirâmide do topo da sociedade mundial e que ditam o que e certo e o que é errado, determinando as linhas de comportamento dos povos comandando pelo imperialismo norte-americano, que decide quem é do bem e quem do mal, quem é aliado e quem é inimigo, sendo que essas diretrizes da colonização do 3º Mundo, Ásia, África e em nosso caso América Latina, tendo como exemplo o nosso Brasil, que alias é uma força de expressão, pois quem nos domina é a elite associada à elite mundial é de conhecimento que no Brasil que hoje nos temos mais de 30 bilionários, sendo que a alguns destes dessas fortunas foram formadas como um passe de mágica em menos de trinta anos, e até casos de em menos de 10 anos, sendo que algumas dessas fortunas vieram do tempo da escravidão, e outras pessoas que fugidas do nazismo que vieram para cá sem nada, e hoje são donos deste país, ocupando posições estratégicas na sociedade civil e pública, tomando para si todos os canais de comunicação uma das mais perversas mediáticas do Mundo. A exclusão dos negros e a usurpação das terras indígenas criaram-se mais e 100 milhões de brasileiros sendo estes afro-ameríndios descendentes vivendo num patamar de escravidão, vivendo no desemprego e no subemprego com um dos piores salários mínimos do Mundo, e milhões vivendo abaixo da linha de pobreza, sendo as maiores vitimas da violência social, o sucateamento da saúde publica e o péssimo sistema de ensino, onde milhões de alunos tem dificuldades de uma simples soma ou leitura, dando argumentos demagógicos de sustentação a vários políticos que o problema do Brasil e a educação, sendo que na realidade o problema do Brasil são as péssimas condições de vida das dezenas de milhões dos excluídos e alienados pelo sistema capitalista oligárquico que faz da elite do Brasil tão poderosa quantos as do 1º Mundo. É inadmissível o salário dos professores, dos assistentes de saúde, até mesmo da policia e os trabalhadores de uma forma geral, vemos o surrealismo de dezenas de salários pagos pelos sistemas de televisão Globo, SBT e outros aos seus artistas, jornalistas, apresentadores e diretores e etc.
    Manifesto da Revolução Quilombolivariana vem ocupar os nossos direito e anseios com os movimentos negros afro-ameríndios e simpatizantes para a grande tomada da conscientização que este país e os países irmãos não podem mais viver no inferno, sustentando o paraíso da elite dominante este manifesto Quilombolivariano é a unificação e redenção dos ideais do grande líder zumbi do Quilombo dos Palmares a 1º Republica feita por negros e índios iguais, sentimento este do grande líder libertador e construí dor Simon Bolívar que em sua luta de liberdade e justiça das Américas se tornou um mártir vivo dentro desses ideais e princípios vamos lutar pelos nossos direitos e resgatar a história dos nossos heróis mártires como Che Guevara, o Gigante Osvaldão líder da Guerrilha do Araguaia. São dezenas de histórias que o Imperialismo e Ditadura esconderam. Há mais de 160 anos houve o Massacre de Porongos os lanceiros negros da Farroupilha o que aconteceu com as mulheres da praça de 1º de maio? O que aconteceu com diversos povos indígenas da nossa América Latina, o que aconteceu com tantos homens e mulheres que foram martirizados, por desejarem liberdade e justiça? Existem muitas barreiras uma ocultas e outras declaradamente que nos excluem dos conhecimentos gerais infelizmente o negro brasileiro não conhece a riqueza cultural social de um irmão Colombiano, Uruguaio, Venezuelano, Argentino, Porto-Riquenho ou Cubano. Há uma presença física e espiritual em nossa história os mesmos que nos cerceiam de nossos valores são os mesmos que atacam os estadistas Hugo Chávez e Evo Morales Ayma,Rafael Correa, Fernando Lugo não admitem que esses lideres de origem nativa e afro-descendente busquem e tomem a autonomia para seus iguais, são esses mesmos que no discriminam e que nos oprime de nossa liberdade de nossas expressões que não seculares, e sim milenares. Neste 1º de maio de diversas capitais e centenas de cidades e milhares de pessoas em sua maioria jovem afro-ameríndio descendente e simpatizante leram o manifesto Revolução Quilombolivariana e bradaram Viva a,Viva Simon Bolívar Viva Zumbi, Viva Che, Viva Martin Luther King, Viva Osvaldão, Viva Mandela, Viva Chávez, Viva Evo Ayma, Viva a União dos Povos Latinos afro-ameríndios, Viva 1º de maio, Viva os Trabalhadores e Trabalhadoras dos Brasil e de todos os povos irmanados.
    O.N.N.QUILOMBO –FUNDAÇÃO 20/11/1970
    quilombonnq@bol.com.br

  4. Ana Cláudia Xavier on 13 Dez 2009 at 21:55 #

    Sou de Recife e gostaria de visitar o Terreiro do Gantois e conhecer Mãe Carmem, a quem gostaria de confidenciar algo, é possível?
    Aguardo respostas.
    Ana Cláudia Xavier

  5. Josiany Maria J.S.Souza on 10 Fev 2010 at 22:52 #

    Sou da cidade de Pirapora-MG e meu sonho é conhecer Mãe Menininha…Gostaria de saber o telefone para que eu possa me comunicar com ela.
    Aguardo retorno anciosa

  6. Ruth Viviane Rein on 25 Mar 2010 at 16:12 #

    Tenho uma grande vontade de visitar o terreiro de Gantois, e conversar com quem possa me atender, é quase uma necessidade que nasceu dentro de mim. Sou de SP e estou programando uma visita à Salvador por esse motivo. Como devo proceder? Tenho que agendar? Posso visitar?
    Obrigada!

  7. maria antunes on 30 Mar 2010 at 15:55 #

    Ha 4 anos fui vezitar o terreiro de mãe menininha,e fiquei muito curiosa. no prosimo mes de Abril vou a salvador, presiso de ajuda mas não sei como fazer para marcar com a mãemenininha.Aguardo noticias.

  8. helena conceiçao francisco on 28 Abr 2010 at 0:22 #

    TENHO LOUCURA D PODER CHEGAR ATÉ O TERREIRO D MAE MENININHA,ATENDE A MINHA SÚPLICA,TENHO 53 ANOS,PRECISO MUITO,NESCESSITODE VOSSO ATENDIMENTO KERO ESTE SONHO VIRE REALIDADE,SINTO Q AÍ PARA MIM EXISTE UMA SOLUÇAO,SUA BENÇAO,OBRIGADO.

  9. valter on 05 Mai 2010 at 21:23 #

    pderia vcs me indicar alguns terreiros realmente serios aqui em sp zona leste

  10. Flavia on 08 Mai 2010 at 2:35 #

    Gostaria de visitar o terreiro de Gantois e conhecer a mãe Carmem, será possível enviar um telefone de contato para maiores informações?
    Aguardo resposta.

Trackback URI | Comments RSS

Leave a Reply