Ilé Àse Ìyá Odo

O Ilé Àṣẹ Ìyá Odò (Casa Branca da Sesmaria Velha) – Ilé Ẹgbẹ́ Ìṣẹ̀nbáyé Ìyá Nàsó Okà on Bàngbóṣé Ofin Ẹ̀sìn Ọ̀yọ́ on Kétu — templo integrante (em estruturação) do espaço sagrado da Comunidade Portuguesa do Candomblé Yorùbá, Pessoa Coletiva Religiosa, entidade irmanada da Associação Portuguesa de Cultura Afro-Brasileira.
Liderado por Yèyé Sussu, filha-de-santo de Ìyá Nitinha de Ọ̀ṣun e com Odùnjé dado por Bàbá Air José Bàngbóṣé.
O Ilé Àse Ìyá Odò esteve, negativamente, envolvido em uma tentativa de difamação posteriormente resolvida. Segue a resolução da questão, em nome da verdade:
1. A lesada não inventou para si o nome de “Sussu”. Toda a gente sabe – à excepção do autor da carta, uma vez que ele não acompanhou a vivência da mencionada junto de Ìyá Nitinha – que o nome lhe foi atribuído por Ìyálóòrìsà Areonite Conceição Chagas (Nitinha) aquando da estadia de ambas na Casa Branca do Engenho Velho.
2. A certificação da Fenacab verídica e não ficcional foi ordenada por Ìyá Nitinha, como confirmação global e pública das competências de sua filha-de-santo.
3. As competências de Ìyá Sussu como sacerdotisa afro não são do foro do referido, uma vez que foram atribuídas por Ìyá Nitinha e são do conhecimento de Èlèmàsò Areelson Chagas (Léo; filho carnal de Ìyá Nitinha, primeiro Ogan da Casa Branca do Engenho Velho), Mãe Mira (filha-de-santo mais velha de Ìyá Nitinha), Avó Florzinha, Ekeji Bete Abreu, Pai Jô (criado por Ìyá Nitinha), etc. Recordando-se que Ìyá Sussu acompanhou Ìyá Nitinha à Argentina no qual participou na feitura de nove ìyáwó. Importa referir que a lesada se fez acompanhar dos assentamentos da sua feitura conferidos por Ìyá Nitinha.
4. As informações constantes da feitura de Ìyá Nitinha foram dadas pela mesma à União Espírita dos Cultos Afro.
Segue o email enviado por Mauro Nunes, pondo fim à questão. Da nossa parte é fundamental que se expresse tal correcção, e damos por encerrado o assunto, saudando o Sr. Mauro Nunes pela decisão de colocar um ponto final à discussão e encontrar a paz com Sofia “Sussu” Dias.
Prezada Sofia, Oxalá lhe abençõe. Antes de mais nada, gostaria de dizer-lhe que com esta mensagem, estou dando este assunto por encerrado de minha parte. Não quero polemizar mais. Lamento inclusive ter criado toda esta celeuma. Quero que fique patente para você e todos os demais, quejamais tive a intençao de denegrir sua imagem ouprejudicá-la. Eu apenas e tão somente desejei que você retificasse os equívocos que você escreveu no site da APCAB e no seu blog, uma vez que você os estava divulgandopublicamente num veículo de grande capacidade dedisseminação de informação, com links de várias instituições importantes (única razão de eu terenviado minha mensagem c/c para todos). Talvez tenha exagerado um pouco no tom da mensagem,mas é porque fico verdadeiramente indignado quando encontro qualquer coisa não verídica envolvendo o nome de nossa Iyá.
Por favor, releia atentamente a mensagem que enviei evocê verá que em momento algum questionei sua vida pessoal e religiosa ou como você a leva. Se você tira yaô ou não, joga búzios, ou não, o que você faz oudeixa de fazer na sua casa, é problema seu e da FENACAB que é o órgão regulador das atividadesreligiosas. Não entro nesta seara.
Era tudo o que tinha para o momento. Desculpe mais uma vez, se pareceu que queria lhe denegrir a imagem. Nãofoi isso de forma alguma. É que sou mesmo preocupado em preservar o bom nome e memória de nossa Iyá. Mesmo quando ela ainda estava entre nós, eu já fazia isso enão permitia que nada sobre ela que não fosse verdade fosse divulgado. Agora então, que nossa Mãe se foi, enão pode mais desmentir nada, me sinto ainda mais naobrigação. Espero que você entenda, apoie minha posição e que não guarde mágoa de mim, pois não lhe quero mal.
Oxum lhe dê felicidade. De seu irmão Mauro D´Oxossi
Reforçamos a satisfação pelo fim da questão em nome da memória de Ìyá Nitinha. Àse.
A devida resposta foi publicada no jornal Irohin: http://irohin.org.br/onl/new.php?sec=news&id=4143
Abril 20 2009 11:56 am





Obatolabi on 06 Jul 2009 at 2:50 #
Olá!
Boa noite. Meu nome é obatolabi e eu gostaria de obter informações sobre mudas de arvore. como vi a foto da arvore de iroko, gostaria de saber se consiguiria uma muda dessa arvore aqui no Brasil.
grata,
Erik on 08 Jul 2009 at 20:59 #
Mukuiu
sou de raiz de Angola da Goméia, na verdade mistura ketu e angola, iniciado no orixa ogun onire…
quero saber se tem algum oriki especifico desse orixa com essa qualidade, pois meu Tateto diz que ñ conhece.
muito obrigado!!!
Abraços
Joao Ferreira Dias on 14 Jul 2009 at 11:57 #
Olá. Tem sim claro.
Ògún òníìré, oníìré Ògún, Alákóró òníìré, Obà de òrun.
Mauricio on 29 Jul 2009 at 23:55 #
Olá,
Boa noite.
Gostaria de saber se vcs tem gravado alguns toques de tambor como: ijesa, bravuw, barra vento e outros.
Cosme Aparecido Felix on 06 Out 2009 at 15:47 #
Gostei muito do site, sou Cosme Ap. Felix, omo òrìsà Obaluayè, dono do jornal U&C Tribuna Afro Brasileira, jornal que circula a 20 anos, o unico da história de propriedade de um negro com este periodo de duração, é um jornal que dá prioridade aos assuntos afro religiosos, porém da espaço para outras situações afro em geral. Hoje dirido por meu filho, Michael L.Félix na capital federal Brasilia, pois estpu me dedicando muito mais há OEAB, Ordem das Entidades Afro Brasileiras, entidade que esta propondo um Concílio para O candomblé e outro para a umbanda, proposta que terei o maior praser em envia-la para vçs e acredito na soma de sua entidade nesta empreitada histórica onde todos que creem em òrìsà, n’kici, voduns e na espiritualidade em geral tem a obrigação de participar, fico aguardadndo um sinal.
Mo ju ba!
AMELIA DE OÁ on 27 Nov 2009 at 15:40 #
Aproveito esse espaço e peço licença para adentrar nele. Por estar indignada com pais de santo marmoteiros, falo do sr RONI DE ODE E LEIA DE OYA, ESTIVERAM EM MINHA CASA P OBRIGAÇAO DE SETE ANOS, nao preparou oo deka p saida de oyá, os meus direitos de sete ans , o odu meje, abandonando o ili por incompetencia agredindo a todos e a mim com palavras e baixo calao, preocupado o tempo todo em cantar minhas filhas de santo agindo com irresponsabilidade e marmotagem e desrespeito com o orixa. Nao me devolveu o dinheiro pago pelos trabalhos q nao cumpriu…sem mais tentando refazer o q um desumano destrui todo meu sonho e luta p chegar ate aqui. obrigada e gratos AMELIA DOYA, POÇOS DE CALDAS, 35 3713 1814
Òdé Èséwe on 21 Fev 2010 at 17:28 #
Colófé Babá… sou filho de santo de do falecido Hélio Festa, irmão de santo de miuda de Òyá. tive o prazer de conhece-lo à muitos anos em São Paulo,qdo. fui jogar buzios para ver quem poderia dar minha Obrigação dee 21 anos. moro no interior de São Paulo,em São José do Rio Preto, tenho um grande desejo: conhecer tua casa Santo, a Bahia,e também o Templo de Babaegun
.egungun Bakabaka.
Márcio Vicente on 18 Jun 2010 at 17:33 #
Olá,
Gostaria de divulgar com vocês o site de um barracão que vem se destacando aqui no Brasil, exatamente em São Paulo, pela cultura, caridade e determinação dos seguidores daquele Ìlé Àsé.
O nome do sacerdote é Elton de Logunedé, pessoa simples que vem cativando novos seguidores.
o endereço na internet é:
http://www.logundeiyn.com.br
Tem referências, livros e o principal…culto aos Orixás.
Axé