Ilé Àse Ìyá Odo

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O Ilé Àṣẹ Ìyá Odò (Ilê Axé Iyá Odô) é um templo (vulgo Terreiro) de Candomblé de matriz Yorùbá-Nàgó-Lukumi, da Nação Kétu-Òyó, descendente do Ilé Àṣẹ Ìyá Nàssó Okà – Casa Branca do Engenho Velho – e da Sociedade Nª Sr.ª das Candeias, Ilé Àṣẹ de Miguel Couto (RJ).

O Ilé Àṣẹ Ìyá Odò  faz parte do património edificado da Associação Portuguesa de Cultura Afro-Brasileira sita em Benavente, Ribatejo, Portugal. Com dez mil metros quadrados, o espaço destaca-se por um pinhal de quase cinco mil metros quadrados, preservando assim a ideia original jeje-nagô de contacto com a natureza dentro do espaço sagrado.

O terreno onde se encontra o Ilé Àse Ìyá Odò, está registado sob o nome de “Herdade da Sesmaria Velha”, o que aponta para uma distribuição de terras por volta do século XIV (14), encontrando-se ainda na localidade da Coutada Velha, uma antiga zona de caça do distrito de Santarém. É por esse motivo (bem como por suas raízes de Axé) que o templo é também chamado de Casa Branca da Sesmaria Velha, numa alusão ao terreno onde está edificado e ao mesmo tempo à Casa Branca do Engenho Velho, de onde descende o seu Àṣẹ.

O nome do templo de Candomblé, de matriz Kétu-Òyó (Casa Branca do Engenho Velho) foi atribuido pela Federação Nacional do Culto Afro-Brasileiro – FENACAB.

A ligação à tradição yorùbá patente no Ilé Àṣẹ Ìyá Ọdọ foi elogiada pelos nativos da religião dos Òrìṣà(Orixás) que visitaram e passaram a fazer parte da comunidade constituída no Ilé, tornando-se templo Yorùbá de referência, transitando para além dos tradicionais terreiros de Candomblé, e fixando-se nas matrizes originais Yorùbá. Fazem ainda parte do espaço sagrado: o Ilé Èṣù (casa de Exu), Ilé Òṣun (casa de Oxum) e assentamento de Òníìlé (Onilê).

página do templo: http://ileaseiyaodo.blogspot.com/

Abril 20 2009 11:56 am

7 Mensagens to “Ilé Àse Ìyá Odo”

  1. Obatolabi on 06 Jul 2009 at 2:50 #

    Olá!
    Boa noite. Meu nome é obatolabi e eu gostaria de obter informações sobre mudas de arvore. como vi a foto da arvore de iroko, gostaria de saber se consiguiria uma muda dessa arvore aqui no Brasil.
    grata,

  2. Erik on 08 Jul 2009 at 20:59 #

    Mukuiu

    sou de raiz de Angola da Goméia, na verdade mistura ketu e angola, iniciado no orixa ogun onire…
    quero saber se tem algum oriki especifico desse orixa com essa qualidade, pois meu Tateto diz que ñ conhece.
    muito obrigado!!!

    Abraços

  3. Joao Ferreira Dias on 14 Jul 2009 at 11:57 #

    Olá. Tem sim claro.

    Ògún òníìré, oníìré Ògún, Alákóró òníìré, Obà de òrun.

  4. Mauricio on 29 Jul 2009 at 23:55 #

    Olá,

    Boa noite.

    Gostaria de saber se vcs tem gravado alguns toques de tambor como: ijesa, bravuw, barra vento e outros.

  5. Cosme Aparecido Felix on 06 Out 2009 at 15:47 #

    Gostei muito do site, sou Cosme Ap. Felix, omo òrìsà Obaluayè, dono do jornal U&C Tribuna Afro Brasileira, jornal que circula a 20 anos, o unico da história de propriedade de um negro com este periodo de duração, é um jornal que dá prioridade aos assuntos afro religiosos, porém da espaço para outras situações afro em geral. Hoje dirido por meu filho, Michael L.Félix na capital federal Brasilia, pois estpu me dedicando muito mais há OEAB, Ordem das Entidades Afro Brasileiras, entidade que esta propondo um Concílio para O candomblé e outro para a umbanda, proposta que terei o maior praser em envia-la para vçs e acredito na soma de sua entidade nesta empreitada histórica onde todos que creem em òrìsà, n’kici, voduns e na espiritualidade em geral tem a obrigação de participar, fico aguardadndo um sinal.
    Mo ju ba!

  6. AMELIA DE OÁ on 27 Nov 2009 at 15:40 #

    Aproveito esse espaço e peço licença para adentrar nele. Por estar indignada com pais de santo marmoteiros, falo do sr RONI DE ODE E LEIA DE OYA, ESTIVERAM EM MINHA CASA P OBRIGAÇAO DE SETE ANOS, nao preparou oo deka p saida de oyá, os meus direitos de sete ans , o odu meje, abandonando o ili por incompetencia agredindo a todos e a mim com palavras e baixo calao, preocupado o tempo todo em cantar minhas filhas de santo agindo com irresponsabilidade e marmotagem e desrespeito com o orixa. Nao me devolveu o dinheiro pago pelos trabalhos q nao cumpriu…sem mais tentando refazer o q um desumano destrui todo meu sonho e luta p chegar ate aqui. obrigada e gratos AMELIA DOYA, POÇOS DE CALDAS, 35 3713 1814

  7. Òdé Èséwe on 21 Fev 2010 at 17:28 #

    Colófé Babá… sou filho de santo de do falecido Hélio Festa, irmão de santo de miuda de Òyá. tive o prazer de conhece-lo à muitos anos em São Paulo,qdo. fui jogar buzios para ver quem poderia dar minha Obrigação dee 21 anos. moro no interior de São Paulo,em São José do Rio Preto, tenho um grande desejo: conhecer tua casa Santo, a Bahia,e também o Templo de Babaegun
    .egungun Bakabaka.

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