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	<title>[APCAB] Associação Portuguesa de Cultura Afro-Brasileira</title>
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		<title>√ A figura do Ogan</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 11:46:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Ferreira Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Religiosidade Afro-Brasileira]]></category>
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		<description><![CDATA[Ele circula pela cena seguro, confiante, respeitado. Seu lugar, quando não está tocando, é geralmente perto da plataforma sobre a qual se instalam os tocadores de atabaques, e nas cerimónias em que os deuses, nas pessoas possuídas por eles, cumprimentam e abençoam aqueles membros do culto e espectadores a quem desejam favorecer, eles são invariavelmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>Ele circula pela cena seguro, confiante, respeitado. Seu lugar, quando não está tocando, é geralmente perto da plataforma sobre a qual se instalam os tocadores de atabaques, e nas cerimónias em que os deuses, nas pessoas possuídas por eles, cumprimentam e abençoam aqueles membros do culto e espectadores a quem desejam favorecer, eles são invariavelmente escolhidos. No intervalo, quando os “deuses” estão sendo vestidos, ele entra no barracão ou fica à volta, conversando com amigos e os músicos que o acompanham, até chegar novamente a hora de retomar seu lugar.</em></p>
<p># Herskovits</p></blockquote>
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		<title>√ Desafricanização da Umbanda</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 16:03:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Ferreira Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Religiosidade Afro-Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Candomblé]]></category>
		<category><![CDATA[Umbanda]]></category>

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		<description><![CDATA[
Neste esforço para legitimar a Umbanda como religião original e evoluída, os participantes procuraram cortá-la de suas raízes Afro-brasileiras. A origem da Umbanda foi traçada no Oriente de onde, se dizia, teria se espalhado para a Lemúria (um continente perdido), e daí para a África. Na África, continua a estória, a Umbanda degenerou em feiticismo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Umbanda" src="http://site24.eu/images/umbanda61_200901162008.jpg" alt="" width="576" height="432" /></p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p>Neste esforço para legitimar a Umbanda como religião original e evoluída, os participantes procuraram cortá-la de suas raízes Afro-brasileiras. A origem da Umbanda foi traçada no Oriente de onde, se dizia, teria se espalhado para a Lemúria (um continente perdido), e daí para a África. Na África, continua a estória, a Umbanda degenerou em feiticismo. (…) A influência africana não era assim negada, mas olhada como uma corrupção da tradição religiosa original, na sua fase anterior de evolução. A Umbanda, teria ficado exposta ao barbarismo africano, na forma vulgar dos costumes, praticada por povos de costumes rudes, defeitos psicológicos e étnicos.</p></blockquote>
<p># <em>Tina Gudrun Jensen.</em></p>
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		<title>√ Ìgbà Ábídí &#8211; n#1</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 20:13:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Ferreira Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ìgbà Ábídí]]></category>

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		<description><![CDATA[Olimpo e Òrun: muitos deuses, dois mundos, uma lógica (estudo comparado dos politeísmos grego e yorùbá). 
Resumo:
O presente artigo constitui-se como um cruzamento entre duas civilizações distintas nas formas, no período histórico, na geografia, na linguística, mas próximas nas concepções sobre o divino. Pretende-se anuir se estamos perante politeísmos simetricamente opostos, em confronto até, ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Olimpo e Òrun: muitos deuses, dois mundos, uma lógica (estudo comparado dos politeísmos grego e yorùbá). </strong></p>
<p><strong>Resumo:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O presente artigo constitui-se como um cruzamento entre duas civilizações distintas nas formas, no período histórico, na geografia, na linguística, mas próximas nas concepções sobre o divino. Pretende-se anuir se estamos perante politeísmos simetricamente opostos, em confronto até, ou se pelo contrário é possível encontrar pontos de encontro entre os Deuses Helénicos e os Deuses Negros.</p>
<p><em>Palavras-Chave:</em> Grécia, Olimpo, Mitologia, Deuses, Yorùbá, Orixás, Òrun, Politeísmo</p>
<p><em>Autor: </em>João Ferreira Dias</p>
<p><em>Link</em>: <a href="http://igbaabidi.files.wordpress.com/2010/01/olimpo-e-orun_igba_abidi_n1.pdf">http://igbaabidi.files.wordpress.com/2010/01/olimpo-e-orun_igba_abidi_n1.pdf</a></p>
<p><strong>Heranças Muçulmanas no Nagô de Pernambuco: construindo mitos fundadores da religião de matriz africana no Brasil. </strong></p>
<p><strong>Resumo:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Como introdução ao tema ‘Heranças muçulmanas no nagô de Pernambuco: construindo mitos fundadores da religião de matriz africana no Brasil’, este estudo apresenta, a trajetória inicial da expansão islâmica no continente africano, como também, em território brasileiro. Nesse contexto, esse artigo se propõe a refletir sobre as influências islâmicas reproduzidas no complexo mundo religioso afro-pernambucano. Para justificar a pouca ou quase nenhuma produção de pesquisas, alegam, alguns autores, que seriam <em>a priori</em> os negros muçulmanos muito violentos e reservados, nesse sentido, eram evitados pelos senhores de escravos de os terem em seus plantéis, pela ameaça de possíveis rebeliões e, por conta desses fatos, pouquíssimo espaço teriam conquistado para expressarem seus costumes e organização ritual na cultura afro-brasileira. Sem nenhuma pretensão de esgotar a temática, este espaço oferece a oportunidade de observar algumas possíveis influências muçulmanas no xangô/candomblé nagô egbá pernambucano.</p>
<p><em>Palavras-chave:</em> islamismo, xangô, religião afro-brasileira, Pernambuco.</p>
<p><em>Autora:</em> Cláudia Rocha Lima</p>
<p style="text-align: left;"><em>Link</em>: <a href="http://igbaabidi.files.wordpress.com/2010/01/herancas-muculmanas-no-nago-de-pernambuco_igba_abidi_n1.pdf">http://igbaabidi.files.wordpress.com/2010/01/herancas-muculmanas-no-nago-de-pernambuco_igba_abidi_n1.pdf</a></p>
<p><strong>África diante da Globalização. Situação actual e o eixo sul-sul como paradigma de desenvolvimento. </strong></p>
<p><strong>Resumo:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É propósito deste artigo promover uma viagem pelas realidades políticas, económicas e socioculturais africanas diante da globalização, partindo o mais fielmente possível das perspectivas africanas para a análise da ordem internacional. Da análise do contexto generalista do Continente Africano, o presente artigo avança para as relações em eixo com o Brasil como paradigma de inserção internacional e crescimento económico.</p>
<p><em>Palavras-Chave:</em> África, Globalização, Desenvolvimento, Crescimento Económico, Relações em Eixo.</p>
<p><em>Autor: </em>João Ferreira Dias</p>
<p><em>Link</em>: <a href="http://igbaabidi.files.wordpress.com/2010/01/africa-diante-da-globalizacao_igba_abidi_n1.pdf">http://igbaabidi.files.wordpress.com/2010/01/africa-diante-da-globalizacao_igba_abidi_n1.pdf</a></p>
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		<title>√ Axé</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 11:36:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Ferreira Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Religiosidade Afro-Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Candomblé]]></category>
		<category><![CDATA[Yorubás]]></category>

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		<description><![CDATA[
É a força que assegura a existência dinâmica, que permite o acontecer e o devir. (…) É o princípio que torna possível o processo vital. Como toda a força, o àṣẹ é transmissível; é conduzido por meios materiais e simbólicos e acumulável.
# Juana Elbein dos Santos

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify;">É a força que assegura a existência dinâmica, que permite o acontecer e o devir. (…) É o princípio que torna possível o processo vital. Como toda a força, o <em>àṣẹ</em> é transmissível; é conduzido por meios materiais e simbólicos e acumulável.</p>
<p style="text-align: justify;"># Juana Elbein dos Santos</p>
</blockquote>
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		<title>√  Monoteísmo Yorùbá</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 17:58:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Ferreira Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Religiosidade Afro-Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Yorubás]]></category>

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		<description><![CDATA[Cada divindade é adorada não apenas pelos seus filhos, mas também por estranhos que procuram seu poder; por exemplo, pessoas que não são do sangue de Xangô, procuram, não obstante, a ajuda de Xangô contra a tempestade. E quando a varíola está grassando, todos buscam o socorro de Xapanã. (…) Os orixás parecem, ao observador, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>Cada divindade é adorada não apenas pelos seus filhos, mas também por estranhos que procuram seu poder; por exemplo, pessoas que não são do sangue de Xangô, procuram, não obstante, a ajuda de Xangô contra a tempestade. E quando a varíola está grassando, todos buscam o socorro de Xapanã. (…) Os orixás parecem, ao observador, formar um panteão como os deuses gregos (Entretanto, de um ponto de vista do crente nos orixás, que é geralmente devoto de um determinado orixá, a reunião de cultos de orixás deve parecer uma reunião de monoteísmos). Por essa época os orixás são também comparados aos santos da Igreja Católica e considerados como intermediários entre a humanidade e Deus.</em></p>
<p># Pierre Verger</p></blockquote>
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		<title>√  O poder da palavra</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 12:40:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Ferreira Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Identidade Afro-Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Yorubás]]></category>

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		<description><![CDATA[Naturalmente, o poder da palavra de um homem depende de como ele utiliza sua fala. O poder criador e operativo da palavra encontra-se em relação direta com a conservação ou com a ruptura da harmonia no homem, no mundo que o cerca e na relação entre o homem e o mundo. Por isso a mentira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Naturalmente, o poder da palavra de um homem depende de como ele utiliza sua fala. O poder criador e operativo da palavra encontra-se em relação direta com a conservação ou com a ruptura da harmonia no homem, no mundo que o cerca e na relação entre o homem e o mundo. Por isso a mentira é considerada uma verdadeira lepra moral. A língua que falsifica a palavra vicia o sangue daquele que mente. Aquele que corrompe sua palavra, corrompe a si próprio, diz o adágio. Quando alguém pensa uma coisa e diz outra, separa-se de si mesmo, rompendo a unidade sagrada, reflexo da unidade cósmica. Cria desarmonia ao redor de si e em seu próprio interior.</p>
<p># Ronilda Iyakemi Ribeiro <em>in</em> &#8220;Alma Africana no Brasil&#8221;, p.46</p></blockquote>
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		<title>√ Chamada de Artigos.</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 12:26:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Ferreira Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ìgbà Ábídí]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o objetivo de arrancar com o primeiro número da «Ìgbà Ábídí &#8211; África e Diáspora: Política, Cultura, Religião»  já no próximo mês, solicita-se o envio de artigos até ao último dia do corrente mês. Recorda-se as regras para a publicação:
1. artigos em português, espanhol ou inglês.
2. artigos com máximo de 35 páginas em formato A4, espaço entrelinhas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com o objetivo de arrancar com o primeiro número da «<span style="text-decoration: underline;">Ìgbà Ábídí &#8211; África e Diáspora: Política, Cultura, Religião</span>»  já no próximo mês, solicita-se o envio de artigos até ao último dia do corrente mês. Recorda-se as regras para a publicação:</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;">1. artigos em português, espanhol ou inglês.<br />
2. artigos com máximo de 35 páginas em formato A4, espaço entrelinhas de 1.5, em fonte Times New Roman tamanho 12, e deve ser enviado em arquivo anexado via e-mail, de preferência em formato Documento Word.<br />
3. artigos deverão conter resumo e palavras-chave em na língua materna e numa das outras duas línguas estrangeiras aceites.<br />
4. resenhas com mínimo de duas páginas e máximo de oito páginas, em Times New Roman tamanho 12, entrelinha 1,5.<br />
5. artigos deverão conter título na língua materna e numa das outras duas línguas estrangeiras aceites.<br />
6. a bibliografia é obrigatória e deverá cumprir as normais regras de elaboração.<br />
7. a presença de fotografias/imagens deverá conter legendagem e fonte.<br />
8. nota biográfica do autor.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Os mesmos deverão ser remetidos para o seguinte endereço de correio eletrónico: <a href="mailto:igbaabidi@gmail.com">igbaabidi@gmail.com</a></p>
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		<title>√ Lamentável.</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 12:19:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Ferreira Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acção Política e Social]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência e Preconceito]]></category>

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		<description><![CDATA[Considera-se lamentável a crescente onda de violência física e psicológica contra os imigrantes na Itália de Berlusconi. O racismo genético parece perdurar nas instituições democráticas italianas e nas populações ávidas de encontrar culpados para a sua situação económica. A Alemanha viu uma coisa parecida e acabou numa das maiores atrocidades da história contemporânea.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Considera-se lamentável a <a href="http://publico.clix.pt/Mundo/nem-animais-nem-estrangeiros-o-racismo-banalizase-na-italia-de-silvio-berlusconi_1416811" target="_blank">crescente onda de violência física e psicológica contra os imigrantes na Itália de Berlusconi</a>. O racismo genético parece perdurar nas instituições democráticas italianas e nas populações ávidas de encontrar culpados para a sua situação económica. A Alemanha viu uma coisa parecida e acabou numa das maiores atrocidades da história contemporânea.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>√ Oyá contada às crianças</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 17:18:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Ferreira Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Religiosidade Afro-Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Orixás]]></category>

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		<description><![CDATA[A Fundação Cultural Palmares publicou e nós temos o prazer de disponibilizar aos nossos leitores, uma pequena publicação, ilustrada e divertida, sobre um dos mitos do Orixá Oyá-Yasan. Serve bem para a passagem da tradição aos mais novos. Descarregue aqui.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Fundação Cultural Palmares publicou e nós temos o prazer de disponibilizar aos nossos leitores, uma pequena publicação, ilustrada e divertida, sobre um dos mitos do Orixá Oyá-Yasan. Serve bem para a passagem da tradição aos mais novos. <a href="http://www.palmares.gov.br/_temp/sites/000/2/publicacoes/iansaweb.pdf" target="_blank">Descarregue aqui</a>.</p>
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		<title>√ Guélédé</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 10:44:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Ferreira Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Identidade Afro-Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Gélédé]]></category>
		<category><![CDATA[Yorubás]]></category>

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		<description><![CDATA[o espetáculo gueledé originou-se em Keto, onde Iyá Nlá praticava uma dança com uma escultura na cabeça, a qual atraía a atenção de muitas mulheres e crianças. Quando Iyá Nlá morreu, a obrigação de continuidade da dança ficou a cargo do seu marido, Babá Abọrè. De forma fantástica, logo depois que Babá Abọrè fez a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>o espetáculo gueledé originou-se em Keto, onde Iyá Nlá praticava uma dança com uma escultura na cabeça, a qual atraía a atenção de muitas mulheres e crianças. Quando Iyá Nlá morreu, a obrigação de continuidade da dança ficou a cargo do seu marido, Babá Abọrè. De forma fantástica, logo depois que Babá Abọrè fez a apresentação, a prosperidade de sua comunidade mudou drasticamente para melhor: mulheres inférteis tornaram-se mães; os campos deram colheitas fartas; os caçadores e pescadores abatem muitos animais; as doenças deram lugar à saúde e houve uma redução significativa da mortalidade infantil. Então, os anciãos dedicaram um templo a Iyá Nlá e imploraram a Babá Abọrè que fizesse a apresentação anualmente. Depois que Abọrè morreu, uma estátua sua foi colocada ao lado da de Iyá Nlá, no mesmo altar. Assim, tornou-se uma tradição que as máscaras dancem em pares masculino-feminino, remetendo a esse casal mítico.</p>
<p># JUNIOR, Ademir Ribeiro. <em>Parafernália das mães-ancestrias (…), </em>Univ. São Paulo</p></blockquote>
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