√ Candomblé e Umbanda em Portugal – ação da APCAB

Aquando da constituição da APCAB em Janeiro de 2006 foram aprovados em Assembleia da República os estatutos da presente associação, que abordam para além da cultura Afro-Brasileira a religiosidade de mesmo cariz. Assim sendo a APCAB é formalmente reconhecida pelo governo português com a instituição em Portugal responsável pela preservação dos ritos afro-brasileiros e pelo controlo de irregularidades cometidas em nome das mesmas. Como prova seguem os artigos dos Estatutos que regulamentam essa delegação de funções:

linha n) do artigo 4º – “Promover e defender as religiosidades Afro-Provenientes, respeitando a Etnia por meio da ética.”

linha o) do artigo 4º – “Havendo Templos Associados, a APCAB, deverá fiscalizar as actividades dos mesmos, a fim de coibir actos abusivos, inadequados, ilegais ou que desvalorizem a Cultura Afro-Brasileira no seu cariz religioso.”

linha q) do artigo 4º – “Não permitir a apresentação e o uso, em festejos, manifestações públicas de qualquer espécie, objectos, insígnias, imagens ou nomes referentes à religiosidade Afro-Brasileira, inclusive indumentárias características ou momentos sagrados como exibição televisiva (quando não aprovados pela presente Associação).”

linha s) do artigo 4º – “Manter o intercâmbio sócio-cultural com as comunidades de Cultura e Religião Afro-Brasileira, visando a criação de um Código de Ética e Disciplina comuns, de modo a preservar a Cultura Afro-Brasileira.”

artigo 29º – “Completam as disposições do presente Estatuto: o Regimento Interno e o Código Nacional de Ética e Disciplina e Litúrgico, bem como os regulamentos e instruções aprovados pela directoria executiva.”

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Janeiro 01 2009 02:27 pm | Acção Política e Social

Uma Mensagem to “√ Candomblé e Umbanda em Portugal – ação da APCAB”

  1. maristela nascimento on 17 Mai 2010 at 17:08 #

    me criei na umbanda, fui iniciadada no candonblé e agora estou no jeje mas tem muita coisa que não aceito como a vaidade dos babalorixas e yalorixas, confundem ekede e yao com empregados não dos orixás mas dos seres humanos.

    Aho que qualquer Ylê deveria ser uma comunidade com hierarquia sim mas se patrão nossos ancestrais sofreran tanto em terra o orixas são tão livre e ricos de sabedoria que às vezes me pergunto quando vamos praticar e ensinar a essencia como podem cobrar a obrigadação de super produção do candomblé quando os orixas vieram da áfrica onde não tinha anagua engomada então resolvi colocar meu manisfesto en todos os site blogues orkut ora em qualquer lugar que passe para que talvez as pessoas se toquem e comecem a exercer a real função de ser ou iniciado e de ter nascido com a graça divina do sacerdócio.

    E só mais uma coisa como pode o candonblé ignorar os pretos velhos, caboclos, eres, quando através deles podermos tentar ser os mais perfeitos ao culto no total sentido da palavra

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